Tom Jobim estava errado: é possível ser feliz sozinho, diz estudo

Ao contrário do que cantou Tom Jobim, aparentemente é possível, sim, ser feliz sozinho — e isso quem diz é um estudo da Universidade de Auck­land, não algum sucesso qualquer de funk ou pagode. Feita com neozelandeses de 18 a 94 anos, a pesquisa revelou que, diferentemente das pessoas que buscam intimidade, aquelas que preferem evitar conflitos são mais felizes solteiras, independentemente do gênero ou do período da vida em que se encontram.

“Mesmo as melhores relações podem ser difíceis e expor o indivíduo a mágoas e decepções”
Yuthika Girme, psicóloga e autora do estudo

Até agora, estudos sobre relacionamentos costumavam indicar que os comprometidos são ligeiramente mais felizes e saudáveis que os solteiros. A lógica parece simples: o apoio de um parceiro ajudaria a lidar com o estresse cotidiano, o que provocaria maior sensação de bem-estar. “Mas mesmo as melhores relações podem ser difíceis e expor o indivíduo a mágoas e decepções”, explica a autora do estudo, a psicóloga Yuthika Girme. Em alguns casos, são motivo inclusive de ansiedade e depressão. E, para certas pessoas, passar por isso simplesmente não vale a pena.

Segundo a psicóloga, existem duas maneiras de construir relacionamentos: buscando intimidade ou evitando conflitos. Enquanto pessoas do primeiro grupo buscam oportunidades de tornar os vínculos mais intensos e se sentem mais satisfeitas quando estão comprometidas, aquelas que preferem evitar desentendimentos ou brigas costumam ser mais felizes solteiras.

Em contrapartida, explica a autora, estar solteiro aumenta a possibilidade de melhorar a relação com parentes e amigos e de dedicar-se a hobbies, à carreira e a outras atividades que podem proporcionar bem-estar. “Embora ainda exista pressão para você namorar ou casar, a solteirice está se tornando cada vez mais comum e nem sempre é sinônimo de insatisfação ou tristeza”, diz Girme.

fonte REVISTA GALILEU – Marília Marasciulo

Uma “carta de amor” escrita por George R. R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo


Aos 15 anos, o autor de As Crônicas de Gelo e Fogo, série de livros que inspiram o seriado Game of Thrones, declarou publicamente nas páginas impressas um sentimento intenso. O objeto de afeto de George R. R. Martin não era uma bela donzela. Endereçada a Stan e Jack, a carta, escrita em 1963, fala de um exemplar que considera “absolutamente estupendo, o melhor, o máximo”: O Quarteto Fantástico #17, HQ publicada em 10 de agosto daquele ano.

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Os destinatários de sua carta são os lendários Stan Lee (escritor e editor) e Jack Kirby (desenhista), criadores também de X-Men, Homem-Aranha, Homem de Ferro, Thor e Hulk. Além de denunciar que George pode ter sido um dia um fã tão fervoroso quanto aqueles que hoje clamam pela conclusão da Guerra dos Tronos de Westeros, dá para notar onde nasceu a paixão do escritor pela ficção fantástica – nem que seja como inspiração para o que “não fazer”. Isso porque a carta é tão repleta de adjetivos, elogios e hipérboles que é quase impossível acreditar na honestidade das palavras. Tire a prova lendo a tradução livre abaixo:

Queridos Stan e Jack,

O Quarteto Fantástico #17 foi mais que excelente. Estou impressionado até agora, tentando fazer o impossível – ou seja, descrevê-lo. Foi absolutamente estupendo, o máximo, o melhor! Não consigo imaginar como conseguiram colocar tanta ação em tão poucas páginas. Será para sempre uma das melhores HQs de “O Quarteto Fantástico”, ou seja, um dos melhores quadrinhos de todos os tempos. Em qual outra revista você poderia ver coisas como um herói caindo em um bueiro, uma heroína confundindo um inventor de brinquedos com um criminoso, e o presidente dos EUA deixando uma conferência que pode determinar o destino do mundo para colocar a filha na cama?  

Por mais épica, espetacular e emocionante que seja a história, não é apenas ela a responsável por fazer dessa HQ tão fantástica. A coluna de Cartas dos Leitores também é de primeira qualidade. Quase morri ao ler a carta de Paul Gambaccini [apresentador de programas de rádio e TV]. Vocês realmente o fizeram mudar de tom. E ainda temos a ostentação na capa – A MELHOR REVISTA DE QUADRINHOS DO MUNDO! Brilhante! Vocês eram a pior revista do mundo quando começaram, mas vocês definiram um objetivo e, por céus, o atingiram! Mais que atingiram, na verdade – afinal, se vocês fossem a metade do que são hoje já seriam a melhor revista do mundo!!!

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Um brinde ao sarcasmo.

Sejam os elogios autênticos (vai que, né…) ou uma autêntica crítica fanfarrona, os criadores da HQ parecem ter levado na esportiva:

Nós deveríamos parar enquanto ainda estamos por cima. Obrigado por suas palavras gentis, George, e agora – é hora de nossa seção favorita – onde o papo é reto.

Abaixo, a infame capa da HQ em questão:

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fonte – SUPER INTERESSANTE – JESSICA SOARES

Brinquedos de madeira – desenvolvimento, independência e liberdade das crianças

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Que tal experimentar brinquedos de madeira? Eles são despretensiosos, aparentemente simples, mas ao longo de milênios despertam interesse, criatividade e alegria nos pequenos. E pra quem acha que só brinquedos caros, com alta tecnologia ou muito elaborados são “bons brinquedos”, eu convido a lembrar a própria infância e investigar se, entre os brinquedos favoritos, não estava aquele brinquedinhos meio velho e “sem graça” de pano, madeira, sucata. Pois são justamente esses que conquistam fácil o afeto da criança.

Crianças adoram experimentar, explorar, por isso apertar botoezinhos que fazem tudo por ela pode ser muito limitador (hoje os brinquedos falam, cantam, andam, choram, riem, fazem coco, tem diferentes expressões faciais… o que resta para a criança imaginar?). Isso pode ser especialmente enfadonho para uma criança mais inclinada a tocar que ouvir passivamente: quem já não ouviu ou passou pela experiência de dar um brinquedo caríssimo a uma criança para vê-lo ser desprezado em pouco tempo, ou mesmo ser preterido em favor da caixa de papelão em que veio? Ah, sim, eu já passei por isso. E descobri que errei por ter comprado o brinquedo para mim e não para o meu filho. Pior, há quem compre brinquedos para os outros (verem a marca).

Além disso há um importante dado ambiental: “Se cada criança abaixo dos seis anos recebesse hoje uma versão de madeira de qualidade de um brinquedo de plás­tico que pudesse passar para uma criança mais nova no ano seguinte, o resultado poderia ser uma diminuição de uns 7,7 milhões de plástico enviado para os aterros, por cada ano em que o brinquedo é reutilizado.” (Do site Dinheiro e reciclagem)

Soma-se a isso o fato dos brinquedos de madeira não serem tóxicos como o plástico (os bebês podem levar à boca sem problema), não dependerem de pilhas ou baterias, serem mais seguros e duradouros e terem preços acessíveis. São normalmente feitos por mãos, ao menos em algum momento da fabricação, e não só por máquinas. Proporcionam o contato com o orgânico, o natural, e por isso mesmo têm a propriedade de estimular o tato e serem mais agradáveis ao toque que os de plástico (faça a experiência você mesmo! Coloque brinquedos de plástico num saco opaco e de madeira, pano, em outro. A seguir pergunte a uma criança que não sabe o que tem ali dentro qual o melhor de pegar.)

Há pelo menos duas filosofias educacionais que defendem o uso de materiais orgânicos – madeira é um deles – para compôr os brinquedos das crianças.

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Para a pedagoga cada brinquedo deveria ter uma função educativa e ser estrategicamente deixado ao seu alcance no ambiente a explorar. Assim, os brinquedos fornecem umaimagem concreta dos conceitos – do sistema decimal à estrutura da linguagem –, facilitando a compreensão e desenvolvendo um raciocínio e aprendizado mais agradável. A madeira confere solidez a estas peças de brinquedo.
São formados por caixas para abrir, fechar e encaixar; coleções de cores com vários gradientes; caixinhas de sons; cilindros com diferentes profundidades para encaixar; torres com blocos de múltiplos tamanhos para erguer do maior para o menor; barras com vários comprimentos para pôr em ordem, da mais grossa à mais fina, da mais curta para a mais comprida; outros permitem brincar com pesos, as texturas, formas geométricas, os números e as letras.

Não utiliza materiais artificiais como plástico e aço e evita trabalhar com produtos acabados. Prefere dar à criança um pedaço de madeira para que ela o transforme em brinquedo em vez de comprar um já feito pela fábrica. A criança é quem dá significado ao brinquedo, daí a importância de oferecer brinquedos o mais simples possível para que ela possa exercitar sua capacidade do pensar criativo e formar seu próprio mundo interior, a partir de vivências que tragam em si verdades e conhecimento sobre o mundo. Vale a pena pesquisar sobre a concepção de brinquedo nessa filosofia, onde o brincar é levado muito a sério e procura humanizar o mundo que cerca a criança.


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‘A Metamorfose’, clássico de Franz Kafka, completa 100 anos

fonte  – O Estado de S. Paulo

Foi em outubro de 1915 que o texto apareceu publicado em alemão

Apesar de Franz Kafka ser o autor tcheco mais conhecido do século 20 e um dos ícones turísticos de sua cidade natal, a capital Praga, o centenário da publicação de sua obra mais famosa, A Metamorfose, tem pouca repercussão na República Tcheca, onde o escritor nunca foi muito popular.

Foi em outubro de 1915 que o texto apareceu publicado em alemão, o idioma no qual escrevia Kafka, na revista Die Weissen Blätter (As folhas brancas) de Leipzig, na Alemanha.

A primeira edição em formato de livro data de dezembro desse mesmo ano, por meio da editora alemã Kurt Wolff.

A Metamorfose é o assustador relato de Gregor Samsa, um viajante de negócios que certa manhã acorda transformado em uma barata gigante. Os estudiosos de Kafka interpretaram esta transformação como uma metáfora sobre o peso insuportável da responsabilidade.

'A Metamorfose', de Kafka, completa 100 anos
‘A Metamorfose’, de Kafka, completa 100 anos

A diretora da Sociedade Franz Kafka de Praga, Marketa Malisova, chancela esta interpretação da obra.

“Kafka a escreveu sob a influência de todas as circunstâncias que lhe afetavam. O sentido de A Metamorfose foi válido há 500 anos e será válido dentro de mil”, comentou Malisova.

Com o tempo, esta obra de 72 páginas, escrita por Kafka em 1912, e que reflete de certa forma a experiência vital do autor, se transformou em seu romance mais conhecido.

Nascido em Praga em 1883, Kafka morreu de tuberculose justo um mês antes de completar 41 anos, trabalhou em uma empresa de seguros e deixou uma obra publicada muito curta e uma obra póstuma mais extensa, que pediu que fosse destruída, mas que se salvou e acabou sendo editada.

Apesar de seu sucesso mundial, primeiro nos Estados Unidos na década de 1940 e depois da Segunda Guerra Mundial na Europa Ocidental, em seu país natal quase não se conhece ou se lê a obra de Kafka.

A Metamorfose, por exemplo, teve que esperar até 1929 para ser traduzida ao tcheco, o idioma oficial da Tchecoslováquia, um país que surgiu da decomposição do Império Austro-Húngaro.

Kafka nunca foi profeta em sua terra. Seu biógrafo tcheco, o filólogo Josef Cermak, lembra que suas primeiras traduções foram realizadas por intelectuais de tendência anarquista, o que criou a ideia de que era um autor revolucionário.

Após a guerra e a instauração da ditadura comunista, mudou o regime e a produção de Kafka esteve proibida por ser considerado um autor “reacionário”, destacou Cermak.

Até mesmo os estudiosos de Kafka foram acossados pela polícia política do regime comunista.

Em 1990, quando foi derrubado o sistema socialista, se estabeleceu a Sociedade Franz Kafka de Praga, com o explícito objetivo de reviver a tradição cosmopolita que tornou possível o fenômeno da literatura germânico-praguense do qual surgiu Kafka.

No entanto, 25 anos mais tarde, muito poucos tchecos leem as obras de Kafka, em parte porque seus textos têm fama de serem difíceis de ser entendidos em tcheco, reconheceu Malisova.

Apesar de a República Tcheca oficialmente não preparar nenhum evento comemorativo do centenário de “A Metamorfose”, a Sociedade Franz Kafka não deixará a data passar em branco.

Esta entidade dispõe de um dos exemplares originais da primeira edição em formato livro de 1915 e unirá o centenário a celebração de seus 25 anos como associação cultural.

Um concerto, uma mostra fotográfica e um espetáculo junto ao monumento de Franz Kafka em Praga são alguns dos eventos programados para lembrar a data

De Volta para o Futuro ganha curta-metragem comemorativo estrelado por Christopher Lloyd

De Volta para o Futuro ganha curta-metragem comemorativo estrelado por Christopher Lloyd

21 de outubro de 2015 vem aí!

Outubro chegou e, com ele, uma série de comemorações! Muitos motivos para estarmos ansiosos! Seja pelo Festival do Rio, pelo Dia das Crianças, pelo Halloween ou pela data em que Marty McFly chegou ao futuro em De Volta para o Futuro 2!

Para os fãs da franquia estrelada por Michael J. Fox e Christopher Lloyd, o que não faltam são novidades! Afinal, o primeiro longa completa 30 anos este ano e o dia 21 de outubro, data em que McFly chega em 2015, terá uma série de celebrações e lançamentos comemorativos. Entre eles, a edição especial da trilogia em DVD e Blu-Ray.

Um dos discos incluirá um curta-metragem inédito chamado “Doc Brown Saves the World” (“Doc Brown Salva o Mundo”, na tradução), estrelado por ninguém menos do que Christopher Lloyd, reprisando seu papel como o querido Doc. Assista acima a uma prévia do curta.

Além disso, as edições comemorativas dos 30 anos da trilogia vão trazer, é claro, os três filmes e uma série de extras, como entrevistas; um vídeo sobre a restauração da DeLorean, e dois episódios da série animada de De Volta para o Futuro, lançados originalmente em 1991.
Christopher Lloyd não só estrelou o curta-metragem, como também recentemente dublou, ao lado de Michael J. Fox, seu personagem da franquia no videogame Lego Dimensions.

Vale lembrar que no dia 21 de outubro serão lançados o documentário Back in Time e o livro “De Volta para o Futuro – Os Bastidores da Trilogia”.

Assista ao trailer comemorativo da edição especial do DVD e Blu-Ray:

De Volta para o Futuro Teaser

Brinquedos e jogos educativos: como escolher os melhores

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Se você está na dúvida do que dar de presente a uma criança, opte sempre pelos jogos ou brinquedos educativos, certamente você vai estar estimulando a inteligência de quem vai presentear. Os jogos e brinquedos educativos podem ser encontrados com facilidade, tanto no comércio virtual, quanto no físico. Basta que você saiba a idade e pronto, acertou em cheio! A criança vai gostar e certamente seus pais mais ainda!

Saiba quais os brinquedos indicados para cada faixa etária:

12 meses a 2 anos – os brinquedos mais indicados são os de bloco para empilhar, que os divertem muito e os livrinhos de pano que possuem um apelo visual muito grande. Desenvolvem a coordenação motora e de pensamento da criança.

2 a 3 anos – Nessa fixa etária o indicado para elas é o quebra-cabeça, instrumentos musicais, brinquedos de empilhar, entre outros. Estimulam a percepção tátil, visual, auditiva, composição de figuras, proporcionam o aumento do vocabulário entre muitos outros estímulos.

3 a 5 anos – nessa fase as crianças já podem se aventurar em jogos com regras mais simples, mas que estimulam a sua atenção. Podem associar letras e números. Joguinho de faz de conta, para criarem historinhas. Apreciam coleção de animais, carrinhos, entre outros.

5 a 7 anos – Todos os joguinhos que estimulam a alfabetização vão ser úteis para crianças que pertencem a essa faixa etária, como também jogos da memória, portanto não hesite em comprar, a criança vai gostar e os pais certamente também.

Na hora de escolher o melhor brinquedo para presentear, tanto seu filho quanto uma outra criança, leve em conta a utilidade e a etapa de desenvolvimento na qual ela está. Com isso, além de agradá-la, vai contribuir para seu desenvolvimento cognitivo e motor!

Revista Saúde

Tilibra lança nova linha de cadernos e mochila de ‘Jogos Vorazes’!

Ano passado, a Tilibra lançou uma linha de cadernos de ‘A Esperança, Parte 1’, o que deve ter vendido bastante, pois esse ano a empresa resolveu lançar não apenas cadernos, mas também uma mochila especial para celebrar o último filme da saga, ‘A Esperança, O Final’. Vejam a seguir as quatro capas novas e a mochila:

Lindos não? Os produtos já estão a venda em nas lojas de todo o país e você pode encontrar a loja mais próxima para comprar o caderno aqui e a mochila aqui.